segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Escrever aos robôs em uma linha de produção

segunda-feira, outubro 26, 2020


Escrever aos robôs é uma preocupação que não tenho. Esse é um dos caminhos para os que procuram engajamento nas redes. Escrever de uma forma que os algoritmos sejam reconhecidos por sites de buscas. O conjunto das regras e da lógica facilita. Cada um tem o direito de escrever da forma que achar melhor e bem entender, claro, com responsabilidade. 

Mas escrever vai além. É humano, real e ao mesmo tempo imaginário, tocante e não superficial. Não podemos viver escravos em uma linha de produção da escrita atrás de curtidas e visibilidades. A arte da escrita é única e vem de dentro. Não sei dizer como acontece, apenas flui. Atualmente observo textos com começo, final e meio. Outras vezes com final, meio e sem começo. Textos ocos, sem emoção, amor e humanismo já estão cada vez mais comuns.

Até alguns jornalistas andam esquecendo-se de ouvir os dois lados da história por quererem dar o tal furo de reportagem e ganharem cliques. No entanto, acabam dando barriga. Interpretação e compreensão de texto na atualidade, quem sabe fazer é rei dessa terra. Até para interpretar quadrinhos a galera anda pastando. Vai entender esse progresso ao retrocesso. Virar marionete no sistema é fácil. São tantos escravos em suas telas, fissurados por saberem da vida alheia ou por curtidas em suas fotos. Quantos sonhos derrotados? Difícil contabilizar.

A mente humana entrará em colapso. Daqui uns dias até os robôs entrarão em colapso, afinal, eles nunca terão sentimentos. São apenas lógicos. Aos amigos e futuros escritores: escrever requer tempo e sentimento. Não há bons textos sem boas leituras e observações de mundo. Escrever é uma arte necessária. Na escrita é possível brincar, trocar letras, pensamentos e causar impactos positivos e negativos na vida das pessoas.

Por isso é preciso ter seriedade ao escrever. Ter liberdade significa ter responsabilidade. Um robô não entenderia meus textos. Se bem que algumas pessoas também não. Enfim, escrevo porque é muita paixão envolvida. Não escrevo aos robôs e muito menos sou uma linha de produção.  Ainda há esperança.

Texto original no site: MassaguaNews.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

A solidão muitas vezes é necessária

terça-feira, outubro 20, 2020


A solidão muitas vezes é necessária. Precisamos dela para refletir sobre nossa vida e até sobre os acontecimentos mundiais. Não importa, a solidão traz um autoconhecimento. Claro, desde que seja usada de forma correta. Tem pessoas que não conseguem lhe dar com a solidão e isso é muito ruim. Traz péssimas consequências.

Um pescador sabe muito bem descrever o que é viver em solidão. Alguns saem de suas casas e ficam dias ou meses no mar. Tudo depende do seu tipo de trabalho. Alguns são barcos maiores, com tribulação e tudo mais. Outros pescam em barquinhos menores e até mesmo em suas canoas, jogando a rede e pescando de forma mais artesanal. Não importa. Faça chuva e faça sol, é somente ele, o mar e seu barco. Mesmo que tenha mais um pescador ou vários pescadores na mesma embarcação, eles continuam solitários. Muitos deixaram suas famílias, suas casas para estarem no mar.

Ter pessoas ao seu redor não quer dizer que não esteja em solidão. Tudo depende do ponto de vista. O mar tem dias de calmaria e fartura de peixes. Em outros há tempestades e faltam peixes. No entanto, o pescador nunca desiste do seu objetivo. Sobreviver em alto mar e voltar para casa não é nada fácil. Imprevistos sempre podem surgir, afinal nem tudo sai como o planejado. O mar é uma aventura.

A vida é bem parecida com o mar. Nela há dias bons e ruins. Alguns dias parecem com uma grande tempestade. A solidão se torna necessária. A reflexão sobre os acontecimentos também. Não há tempestade e sofrimento que dure para sempre. Tudo passa. Mas assim como o pescador, não podemos desistir de nossos objetivos. Para sobrevivemos nesse mundão é necessário entender que a vida é uma aventura. Obstáculos surgem; imprevistos acontecem, e o que foi planejado pode não dar certo. Cuidado ao remar sua canoa nesse mar cheio de tubarões. Ou você vence as suas próprias limitações e volta para casa cansado, mas a salvo. Ou você deixa o mar engolir você.

Texto publicado no Site: MassaguaNews. 

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Livro: Natasha de Gabriela Rocha apresenta vários dilemas humanos

sexta-feira, maio 22, 2020

O livro Natasha: cortinas fechadas, olhos bem abertos, da escritora Gabriela Rocha e publicado pela editora Autografia me intrigou desde quando o recebi. Ele sempre me chamou atenção e mesmo estando na fila de leituras enfim chegou sua hora. O carinho da autora em me enviar uma carta e assinado, não de forma digital, mas do modo convencional, demonstrou o carinho que tem pelo leitor de sua obra. Acredito que todos poderão ver pela embalagem que me enviaram. Tem adesivo, botons e os que está enrolado de vermelho, bom, aí já não posso falar, mas agradeço muito o gesto carinhoso mais uma vez.  

O livro tem páginas lindas e mesclam pintura com os contos. Páginas grossas, bem impressas e com cores bem vivas. Bom, eu na capa sempre achei que é uma faca, não sei por que, mas, faz parte. Como sempre digo, cada leito(a) irá interpretar de uma forma e ao mesmo tempo se identificar com algum dos personagens.

Tenho que concordar com a autora quando me disse “o verdadeiro espetáculo não acontece no palco, mas dentro de cada um de nós”. Isso é um fato e Natasha, junto com seus colegas de trabalho sabe mostrar bem isso. Foi o primeiro livro que recebi com contos encantadores realmente. Para quem for ler esse livro, leia fazendo reflexões e transformações do nosso dia-a-dia. Veja como situações se repetem e os problemas surgem. Está preparado? Já conhece seus monstros interiores? Qual é sua filosofia pra vida? 

Entre e assista a esse espetáculo de narrativa e a suas imagens e entenda: “As cortinas podem até se fechar nesse circo, mas seus olhos precisam estar bem abertos para compreender”. Espero que gostem da leitura e até a próxima.






terça-feira, 5 de maio de 2020

'E DAÍ? LAMENTO. QUER QUE EU FAÇA O QUÊ?'

terça-feira, maio 05, 2020

Ouvi muito essa frase nos últimos dias: 'E DAÍ? LAMENTO. QUER QUE EU FAÇA O QUÊ?' Foi aí que comecei a refletir que essa pode ser a resposta para muitos questionamentos de nós meros mortais.
Vamos lá refletir. Achamos a solução pra tudo.

- Mortes causadas por causa da Covid-19
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
- A Pobreza
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
- Pessoas morrendo de fome
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Mudanças climáticas
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Destruição da natureza
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Guerras
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Desigualdade e discriminação
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Discursos de ódio na internet
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Intolerância religiosa
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Corrupção
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Narcotráfico e abuso de drogas
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Crise na educação
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Degradação Moral
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Suicídio
R: E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?

Viram? Se alguém te perguntar já sabe como responder de maneira simples, direta e amorosa, afinal, o amor anda cada vez mais quente entre as pessoas. É só olhar ao seu redor. Todo mundo se preocupando com o próximo, fazendo seu isolamento, respeitando assim as ordens da OMS (Organização Mundial de Saúde). E os outros que realmente precisam sair de suas casas também, todos com máscaras, alguns com luvas e álcool em gel. Que o amor prevaleça sempre, porque o ódio parece já ter tomado conta. Mas o que dizer do crescimento do ódio pelas pessoas? E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Uma morte anunciada

quinta-feira, abril 30, 2020
Ilustração: Luck Murídeo

Durante minha caminhada de manhã, paro na calçada em frente à praia. O sol me observa. Sei que está, pois minha pele começa a esquentar. Parece que o cheiro de mofo da minha pele começa a sair. Sinto cansaço! Não sei se é pelo isolamento social causado pela Covid-19 ou pela minha falta de exercícios físicos. Uma leve brisa do mar paira sobre mim. Parece querer minha atenção. Olho para o mar enquanto retomo o fôlego e observo sua imensidão.  Em sua solidão é possível notar pequenas ondas indo e voltando bem próximo da areia, que por sinal, aparenta estar mais limpa. Ao olhar mais distante, mesmo sem conseguir ver o fim de suas águas, noto uma piscina de água salgada, sem barcos e pessoas usufruindo dele. Solitário igual a mim nessa caminhada.

Após descansar, continuo a caminhar. A reta que pretendo seguir parece não ter fim. Mas não vou desanimar. Sigo mais alguns metros. No entanto, observo fitas amarelas e cones bloquearem a passagem em alguns trechos. Paro novamente e começo a refletir. Antigamente; não muito antigamente. Acho que não faz nem dois anos, um Deck muito lindo por sinal, foi criado nessa avenida da praia. Um madeiramento tratado, onde as pessoas poderiam correr, caminhar e ao mesmo tempo observar a imensidão do mar. Volto a caminhar em passos mais lentos. Vou pensando durante o caminho. Passei algumas vezes por ele. Via pessoas no deck fazendo suas famosas selfs, afinal tinha ficado muito lindo e outras pessoas precisavam ver um dos pontos turísticos da região norte de Caraguá. Não sei se é minha paixão por esse lugar, mas acho essa região uma das mais lindas da minha cidade.

Infelizmente o previsível aconteceu. O mar, mesmo em sua solidão e como qualquer ser humano, tem seus ataques de nervos quando invadem o que é dele, invadem sua privacidade e até mesmo por topar com uma simples pedra pelo caminho. Mas quando não respeitam o poder da natureza esse marzão também sabe a fúria que têm e rebate aqueles que o trataram com desdém. Resultado; pós-ressacas, o deck precisou ser desmontado. Depois começou a ceder e se despedaçar. Atualmente, quem passar por ele verá fitas, cones e buracos na calçada, causado pelo desrespeito e até mesmo mau planejamento na construção do Deck. 

Realmente lembro ter dito aos amigos, nas rodas de conversas que a obra por mais linda, já era ‘uma morte anunciada com nosso dinheiro’. Não sou engenheiro, mas o simples fato de vergalhões de ferro no mar? Até eu sei que a maresia destrói mais que cupim e isso não daria certo. Chuto uma pedra e sinto o sol me queimar mais minha pele. Paro de pensar. Bate um desânimo e interrompo minha caminhada. Dou meia volta. Não sei se pela preguiça ou pela feiúra do ex deck, ou sei lá como pode ser chamado hoje em dia. Sigo meu caminho de volta para casa, afinal, preciso passar no mercado, comprar pão e tomar meu café.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Os efeitos do café na quarentena

terça-feira, abril 28, 2020
Ilustração: Luck Murídeo
Pego minha caneca no armário da cozinha.  O cheiro do café fresquinho me consome ao ponto de me dar água na boca.  Vou até a cafeteira e retiro sua jarra. Coloco em minha caneca café. Adoço suavemente para não estragar o gosto do café e elevo minha caneca até a boca. Durante o primeiro gole parece que a cafeína me acalma. Da janela da cozinha olho para rua. Sem nenhum movimento, não vejo as pessoas caminhando ou passando próximo de casa. Tudo está muito quieto e sombrio.  

São 6 horas da manhã e o vazio ainda toma conta da rua. Apenas para um mero e simples detalhe. Dou mais um gole no café. Agora parece que o morno do café com seu suave amargor tomam conta de mim. Meu pensamento volta a refletir para o mero e simples detalhe. A rua está vazia e sombria, mas a natureza já está na ativa. As folhas das árvores próximas da minha casa se mexem levemente. Os pássaros no céu azul e sem nuvens permanecem voando. Alguns param entre os fios de alta tensão. Outros de uma árvore a outra. Já os periquitos-verdes fazem muito barulho, eles são muitos e não devem estar de quarentena.  Consigo apenas ouvi-los, mas não observá-los. A quarentena deles é diferente.
A solidão da quarentena que me consumia desaparece. Durante o terceiro gole do bom café começo a pensar em quão grandiosa é a natureza. Somente um Deus poderia criar algo tão incrível e extraordinário que até hoje nenhum humano conseguiu copiar.

Percebi que a quarentena por mais solitária que seja é um momento de reflexões. Pra mim é observar de como somos meros coitados e mortais assustados e amedrontados.  Um simples vírus pode acabar com a vida humana de muitos. Além disso, durante a quarentena, ficando em casa é possível valorizar as coisas simples da vida como a família, a natureza e o de fazer o bem ao próximo.  Coisas que no dia a dia corrido da humanidade poucos se importavam, mas na hora da morte e da tragédia todos aprendem serem iguais uns dos outros. Essa foi minha reflexão. 

No quarto gole, sinto que o café acabou. Um carro de som com propaganda da prefeitura passa pela rua de casa e diz: “fique em casa”. Minha viagem mental me faz voltar para realidade mundial. Cuidado com o CIVID-19. Evite aglomerações. Por mais problemas econômicos que possamos ter por causa da pandemia, dinheiro a gente recupera, mas uma vida não. Largo meu minha caneca na pia. Saio da cozinha e vou passear até a sala. Sento no sofá. Ligo a Tv e conecto na Netflix. Começo a passar pelos títulos de filmes e séries. Qual o que escolher? Ainda não sei, acho que vou fazer  mais um pouco de café para saber qual efeito vai ter dessa vez.  


segunda-feira, 23 de março de 2020

A Vida é feita de promessas

segunda-feira, março 23, 2020

Agora são 3h40, na madrugada de quinta-feira (5). Não sei se foi insônia, ansiedade ou algum sonho me acordou.  Levanto; olho pela janela a solidão da noite lá fora. Só consigo ver folhas se mexendo nas arvores por causa do leve e suave vento. Puxei a cadeira e sentei. Liguei o computador que está em cima da mesa e veio na mente escrever sobre PROMESSAS.
Segundo o dicionário Houaiss, a palavra PROMESSA significa um compromisso oral ou escrito de realizar um ato ou assumir uma obrigação.  Isso me faz lembrar-se de acontecimentos em nossas vidas. Já parou para pensar quantas promessas ouvimos ou já fizemos até agora?

Quando crianças ouvimos promessas de nossos pais em diversos quesitos. Talvez se nos comportássemos na escola, na casa de um parente ou coisas desse tipo poderíamos ganhar um presente, uma regalia por tal feito. Essas e muitas outras, você, caro leitor, estimada leitora irão se lembrar. Quando estamos na adolescência, momento de descobertas e rebeldias. Prometemos aos nossos pais chegar no horário combinado, alguns cumpriam, outros contavam histórias para se safar do castigo. Esses são pequenos exemplos para nossa reflexão, ou melhor, como diz o nome da página deste jornal, para provocações em nossas mentes.

Quando estamos adultos a coisa aparenta mudar de figura. Estamos mais velhos, experientes e achamos que dificilmente seremos enganados, não é mesmo? Talvez sim, talvez não. Provoque sua mente. Aos casados, há a promessa de felizes para sempre como nos contos de fadas. Com amigos há promessas de lealdade e muitos acabam nos decepcionando. Traem-nos e apunhalam pelas costas. Em tratos comerciais acabamos acreditando nas promessas de pagamentos nas datas corretas e não são cumpridas. Aí já entra o desespero em pensar: será que um dia vou receber? Na religião também há as mais diversas promessas. Conheço gente que vende até um terreninho no céu, prometendo para o coitado do fiel uma vida segura e prospera lá em cima. E o que falar de políticos?

Aí são promessas que não acabam mais. Já vimos político messias, do povo, ditador, analfabeto, estudioso, especialista, comediante, ator pornô, sambista e assim por diante. Todos com as mais belas promessas. Se vão cumprir ou se cumpriram o que prometeram aos seus eleitores, já é outra história.  Somente você poderá saber, afinal, o voto de confiança em suas promessas foi seu.
Mas, será que criamos muitas expectativas nas promessas e culpamos os outros? Pode até ser, mas, mesmo adulto ou mais idoso, temos o mesmo pensamento de uma criança – ‘não prometa aquilo que não se possa cumprir’. E assim seguimos nossa a vida com essas promessas e nos iludimos em acreditar nelas. O sol está raiando e eu parando de escrever esse texto que ninguém vai ler por ser uma pequena viagem. 

quarta-feira, 18 de março de 2020

Livro Tipos Incomuns (Algumas histórias) de Tom Hanks

quarta-feira, março 18, 2020

Hoje falarei sobre o livro ‘Tipos Incomuns (Algumas histórias)’, de Tom Hanks, publicado pela Editora Arqueiro no ano de 2017. Fazia tempo que eu tinha comprado a obra por saber que este é o primeiro livro de Hanks. Conheci o Tom através das telonas, seja atuando em filmes como em roteiros e direção. Mas é claro o talento de Tom Hanks como escritor. Com uma narrativa simples e com histórias interessantes do dia-a-dia das pessoas, a obra faz o leitor viajar em todos os detalhes. Em algumas situações; eu acredito que muitas pessoas irão se identificar.

São momentos na vida onde cada situação traz uma reflexão, seja ela encarada de forma engraçada ou não. Além da narrativa, percebi nos textos, o amor por máquinas de escrever que Hanks tem. Isso está nítido em todas as histórias, afinal, a máquina de escrever é citada sempre. Tenho que concordar com Tom Hanks, ter uma máquina de escrever em casa e deixar ela guardada não é uma coisa muito legal. 

A máquina precisa ser usada, ter vida útil. Eu tenho uma. Ganhei uma Olivetti portátil de um amigo, está em perfeito estado de conservação. Gostaria de escrever mais nela, mas depois de ler o livro de Tom Hanks percebi até um mercado empresarial futurista para usar minha filha Olivetti.
Algumas crianças nem devem saber o que é uma máquina de escrever, como foi uma tecnologia avançada no passado e como ela era útil. Hoje, nem todos sabem de sua utilidade e história.   Até a próxima leitura.

Tom Hanks é ator, roteirista e diretor, além de produtor pela Playtone. Textos seus já foram publicados no The New York Times, na Vanity Fair e na The New Yorker. Este é o seu primeiro livro de ficção, que gira em torno de uma das paixões do autor. Dono de mais de 100 máquinas de escrever, Tom Hanks redige suas histórias num notebook.