segunda-feira, 30 de julho de 2018

Livro “Os Dois Fazendeiros é intrigante e envolvente

segunda-feira, julho 30, 2018
Foto: Adriana Bittente/TJM


“Os dois Fazendeiros” é o primeiro livro do escritor nacional, Matheus Zucato. A capa do livro, muito bem desenvolvida pela editora Autografia, chama atenção. Já traz aquela cara de suspense. O livro contém poucas páginas, mas é bem escrito.

No livro é possível resgatar uma cultura, suas lendas, histórias e rixas de pessoas antigas de sua cidade. Me fez dar uma bela viajada ao ler.
Matheus Zucato, na obra “Os Dois Fazendeiros”, conta a história de dois senhores viúvos que habitavam uma pequena cidade em Caminho da Fé, Minas Gerais. Cada um morava em sua fazenda, mas travavam uma guerra interminável sobre quem era o verdadeiro dono das terras do lado sul do local. Até que decidem finalmente uma forma de declarar o vitorioso e encerrar de uma vez por todas essa disputa.
Foto: Adriana Bittente/TJM

Os filhos de ambos desapareceram ainda pequenos nas redondezas, e as crianças sempre acreditaram que algo assombrava ou atormentava as fazendas. A obra é narrada pelos relatos que os homens escreviam, a partir de seus próprios pontos de vista, relatando seus sentimentos e desejos mais profundos, principalmente o de assassinarem um ao outro. Tudo isso traz à trama um forte terror psicológico e leva o leitor a uma atmosfera de intrigas e suspense.

Já o final, kkkk, esse você vai precisar ler para saber, afinal, cada um poderá interpretar a sua maneira, e isso, apenas um bom escritor consegue fazer.

Sobre o autor:

Matheus Zucato Robert, nascido em Santa Bárbara D’Oeste (SP), em 1994, foi criado a vida toda em Monte Sião, no sul mineiro. Leitor assíduo de clássicos da literatura, o autor é inspirado principalmente por autores como Kafka, Saramago, Machado de Assis, Choderlos de Laclos, Poe, Hermann Melville e William Golding. Divide atualmente o tempo cursando Engenharia Hídrica, pela Universidade Federal de Itajubá – MG, e escrevendo livros, dos quais publica seu primeiro: Os Dois Fazendeiros.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Conselho Municipal de Política Cultural de Caraguatatuba elege novo presidente

terça-feira, julho 17, 2018

O jornalista e conselheiro de literatura, Regis Thiago, 31 anos, foi eleito o novo presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Caraguatatuba em uma assembleia que elegeu ainda o secretário, assim como seus suplentes.
Para o presidente a prioridade agora é reunir os conselheiros e realizar uma análise geral sobre a cultura no município, além da capacitação de todos  e fazer um mapeamento dos artistas locais.
“Pretendo representar e dar voz à sociedade civil, trabalhando em conjunto com os conselheiros para realizar melhorias em nossa região”, relevou o eleito.
Junto com Regis Thiago foram eleitos Valdinei Silva (suplente); Alex Murray (secretário geral) e Paulo Messias (suplente).
Para o presidente eleito “este foi um passo de muita importância para os encaminhamentos da cultura de nosso município. Agora muitas coisas irão acontecer. É o momento da classe artística se unir e construir uma política cultural digna”.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Resenha: Livro o Sol na Cabeça traz originalidade na literatura brasileira

quarta-feira, julho 04, 2018

O Sol na Cabeça é o primeiro livro do escritor nacional, Geovani Martins. Seu livro é composto por 13 contos e já foi vendido para mais de oito países, além dos direitos para uma adaptação cinematográfica. A capa alaranjada e páginas amareladas atraem leitores, como sempre digo, não gosto de ler em páginas brancas. Acredito que muitos leitores também não.

O livro me surpreendeu. Estou acostumado a ler obras com uma linguagem, digamos que padronizada, com poucos erros e sem gírias. No entanto, esse livro é totalmente diferente. Geovani traz uma realidade brasileira, a metamorfose da comunicação, uma originalidade da língua, do povo. Me fez lembrar tempos de escola, do futebol com os amigos, como não nos preocupávamos em falar certinho e sim da nossa comunicação fluir em cada grupo, seja com a galera do skt, do futebol, dos nerds e por aí vai. 

É um livro que toca e prende o leitor. Faz você analisar o mundo com outros olhos. Em um de seus textos, intitulado, “Como a Favela me fez Escritor, Geovani diz que a “favela hoje é centro, gira em torno de si, produz cultura e movimenta a economia. O favelado cria e consome como qualquer outra pessoa do planeta”. E em seu livro é possível notar isso, essa realidade. Não importa sua classe, sua origem, todos tem um talento único. Um deles foi encontrado e se destaca como um escritor fenomenal, o nome dele é Geovani Martins. Que venham mais livros e talentos nacionais.

Apresentação

Em O sol na cabeça, Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades próprias da idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI.
Em “Rolézim”, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. 

Em “A história do Periquito e do Macaco”, assistimos às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. Situado em 2013, quando a maioria da classe média carioca ainda via a iniciativa do secretário de segurança José Beltrame como a panaceia contra todos os males, o conto mostra que, para a população sob o controle da polícia, o segundo “P” da sigla não era exatamente uma realidade. Em “Estação Padre Miguel”, cinco amigos se veem sob a mira dos fuzis dos traficantes locais.

Nesses e nos outros contos, chama a atenção a capacidade narrativa do escritor, pintando com cores vivas personagens e ambientes sem nunca perder o suspense e o foco na ação. Na literatura brasileira contemporânea, que tantas vezes negligencia a trama em favor de supostas experimentações formais, O sol na cabeça surge como uma mais que bem-vinda novidade. 

“Geovani pula da oralidade mais rasgada para o português canônico como quem respira. Uma nova língua brasileira chega à literatura com força inédita.” — João Moreira Salles

“Fiquei chapado.” — Chico Buarque

“Se Lima Barreto estivesse vivo, sem dúvida leria com emoção as narrativas deste livro tão necessário em tempos de intolerância, ódio e ignorância.” — Milton Hatoum

"'O sol' vai muito além da 'literatura de favela', seja lá o que isso for, é simplesmente ótima literatura moderna, e ponto. [...] Pequeno grande livro, emoção do início ao fim, bagulho doido." — Nelson Motta

“O livro mais importante da literatura recente.” — Marcelo Rubens Paiva


Ficha Técnica

Título Original: SOL NA CABEÇA, O
Autor: Geovani Martins
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 120
Formato: 14.00 X 21.00 cm
Peso: 0.186 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 02/03/2018
ISBN: 9788535930528
Selo: Companhia das Letras



Confira outras resenhas dos livros: Hippie e A Incendiária


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Resenha do Livro Hippie de Paulo Coelho: A simplicidade quebra todos os padrões

segunda-feira, julho 02, 2018


A resenha do livro Hippie de Paulo Coelho tem uma capa bem colorida e chamativa. E sem contar, com uma letra boa para leitura e as páginas amarelas que eu me amarro. A obra é um romance autobiográfico de Paulo bem interessante, principalmente nos dias atuais. Ele relembra situações onde o escritor viveu momentos inesquecíveis de sua vida e com pouco dinheiro. E o melhor, em uma geração crescente; os famosos “Hippies”. Movimento que se pregava a paz e uma sociedade alternativa, sem guerras e padrões morais injustas.

Em uma narrativa que prende seu leitor, nos faz pensar que não precisamos consumir tudo que a mídia nos mandam ou seja, seguir um padrão. Aprendemos a valorizar a vida, os momentos e não o dinheiro. Com apenas pouca grana, jovens viajaram pelo mundo no famoso ônibus, ‘Magic Bus’. Muitos deles com famílias bem de vida, assim como Paulo, largaram suas vidas tediosas e pacatas recheadas de hipócritas com dinheiro, para viver aventuras percorrendo o mundo. Entendo situações diferentes que nunca tinham vivido ou presenciado.

Neste livro Hippie, Paulo mostra as descobertas e como já existiam as drogas naquele período, desde haxixe a LSD. Além disso, Paulo fala sobre quando foi preso no período da Ditadura no Brasil entre outros fatores.
E o fato é a frase que termina o livro é “Amor é uma pergunta sem resposta”. Mas você só vai entender se ler o livro. Espero que tenham gostado galera e até a próxima.

Sinopse

Paulo é um jovem que quer ser escritor, deixa os cabelos longos e sai pelo mundo à procura da liberdade e do significado mais profundo da existência. Sua jornada começa com uma viagem pela América do Sul - passando por Machu Picchu, no Peru, Chile e Argentina - até o encontro com Karla, em Amsterdã, quando juntos resolvem ir até o Nepal no Magic Bus. 

No caminho, os companheiros vivem uma extraordinária história de amor, passam por transformações profundas e abraçam novos valores para suas vidas. 
Hippie é o vigésimo livro de Paulo Coelho, o autor mais traduzido em todo o mundo e que vem sendo publicado pela Paralela desde 2016.

“Quem quer aprender deve começar olhando à sua volta.”

Título original: HIPPIE
Autor: Paulo Coelho
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 288
Formato: 14.00 X 21.00 cm
Peso: 0.363 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 28/04/2018
ISBN: 9788584391165
Selo: Paralela


Confira outras resenhas: A Incendiária, Uma Noiva para Noah. 



quarta-feira, 6 de junho de 2018

Resenha: A Incendiária de Stephen King, Um clássico bem atual

quarta-feira, junho 06, 2018

Conforme prometido, hoje é dia de resenha. O livro é o clássico de Stephen King, intitulado “A Incendiária, publicado este ano pela Editora Suma. Nem preciso falar, que assim que recebi me impressionei logo de cara. O livro é capa dura, em alto-relevo e muito bem detalhada nas cores laranja, branco e preto.
Em suas páginas amareladas, contém detalhes nas folhas, como se elas tivessem sido queimadas, o que atrai muito o leitor.

Com relação a narrativa, ela é bem característica de King, longa e bem pensada. Algumas pessoas que eu conheço leram e acharam um pouco mais complicada de finalizar. Eu particularmente, procuro fazer minhas leituras de uma forma diferente. Tento analisar com outros olhos. Leio com a esta pergunta na cabeça, “o que será que o autor quis passar com essa história”?  

Vamos lá. O livro pode ser encarado como uma ficção científica de caráter realista.  Sim, nele é contado uma história de dois universitários que se tornam voluntários para um experimento científico. Ela é comandada pela “Oficina”, uma organização governamental clandestina. Isso me fez refletir sobre quantas organizações dessas possam existir e até pensar na questão das indústrias farmacêuticas e seus testes. 

Os dois tiveram um filha, a Charlie, uma menina pequena e poderosa. A garota Charlie tem poderes que interessam ao governo, pois ela tem um poder muito incrível, o fogo. No entanto, pensei; a mulher, o feminino, também tem um poder atualmente. Ou seja, de ser mulher em uma sociedade machista. Ela cresce a cada dia e ganha mais visibilidade no mercado de trabalho e muitas outras áreas. Personalidades se destacam pela sua rebeldia. Rebeldia leva a liberdade, mas tudo tem um preço. E o livro também mostra isso. Cada escolha, uma renúncia.

E realmente concordo com Grady Henderson em seu posfácio, “Fantasia Paranoica sob Efeito de Speed”, em algumas partes do livro, palavras como “penetrar as defesas dela”, “arrombá-la como um cofre”, dão conotação sexual. Além de ter questões freudianas envolvidas, relacionando sexo e fogo.   Claro que cada leitor irá interpretar do seu jeito, mas esse clássico chamou muito minha atenção. Uma obra da década de 80 bem atual para nossos dias.


Ficha Técnica


Título original: FIRESTARTER
Autor: Stephen King
Tradução: Regiane Winarski
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 450
Formato: 16.20 X 23.80 cm
Peso: 0.788 kg
Acabamento: Capa dura
Lançamento: 06/04/2018
ISBN: 9788556510617

terça-feira, 29 de maio de 2018

Fake News: Pense fora da Casinha e combata as informações falsas

terça-feira, maio 29, 2018

Já ouviu falar no Fake News? Isso mesmo, notícias falsas? Acredito que quase todo mundo tenha se deparado com isso.
As redes sociais são usadas como ferramentas de marketing nos dias atuais, às vezes se tornam uma válvula de escape para desabafos, tendo até outras utilidades, porém ela está cada vez mais sensacionalista. 

É nítido como imagens fortes causam grandes impactos nas pessoas. Não sou muito adepto de apelações para conseguir conquistar audiências e fãs. Além disso é uma precursora de notícias tendenciosas e falsas.  

Isso faz parte na era digital. Mas como saber identificar tais notícias e ainda se manter atualizado?

Leia a matéria

Os criadores de Fake News, ou seja, de conteúdos falsos usam títulos sensacionalistas e bombásticos para chamar sua atenção. Além disso os textos acabam tendo erros ortográficos e fora do padrão da linguagem e de textos jornalísticos.  E para aqueles que vivem apenas na Bolha das Redes Sociais isso é um perigo.   

Conheça o site e o autor

Outro fato é saber se o site é confiável e tem credibilidade. Analise também quem escreveu o conteúdo para saber se realmente é confiável e veja se a matéria é assinada por alguém.  

Olhe a data

A data das postagens também são importantes. Na verdade algumas notícias não são falsas, mas são velhas. Aí para quem vive nas redes sociais é mais fácil compartilhar do que analisar os fatos.

Pense fora da casinha

Isso mesmo. Saia desta bolha das redes sociais. Pense fora da casinha. Quem quer se informar vai atrás de informações verdadeiras. Não fica apenas nas redes sociais compartilhando sem saber a procedência. Vá até a fonte.  

A internet permite isso. Procure em um, dois ou mais sites, jornais, revistas e assim por diante. Forme sua opinião para depois debater certos assuntos. Não seja mais um alienado nesta sociedade.
Espero que tenham gostado destas dicas de hoje galera, afinal, compartilhar notícias falsas pode te trazer muitos problemas.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

O prisioneiro da energia elétrica

segunda-feira, maio 21, 2018
Foto:CPqD

Ontem(20), no meu bairro, Cidade Jardim, eu e alguns moradores ficamos sem energia elétrica no período da tarde. Claro que o vento forte foi o principal suspeito de ter ocasionado isso, e faz parte né? São coisas da natureza.
Aí fiquei pensando, em casa não tinha uma vela se quer, ou seja, se a falta de energia durasse mais tempo, como ampararia minha família no escuro da noite? Eu teria que comprar velas na próxima ida ao mercado.

Em pleno domingo, me vi prisioneiro da energia elétrica. Não tinha TV para assistir filmes, nem computador para ver vídeos ou escrever. Ah, e a bateria do celular estava acabando. Será que entrei em desespero? Não muito, kkkkk, mas fiquei pensando, como as pessoas viviam sem luz? Hahaha, nem preciso falar que comecei a ler meu livro, “A incendiária”, do escritor Stephen King, que pelo meu cronograma de leitura estou bem atrasado. 

Aí meu filho me chamou para ficar no quintal. Uai, bora fazer um piquenique lá fora usando a luz natural. Assim poderia unir mais minha família em uma atividade. Depois disso, almoçamos uma macarronada top, feita pela minha digníssima esposa.

A luz voltou. E isso me fez refletir sobre esse assunto. Se eu estou me sentindo um prisioneiro da energia elétrica, imagina as outras pessoas? Como será que elas reagiriam a falta de energia elétrica?
Parece bobagem, mas e se acabasse a energia, será que sobreviveríamos sem tv, jogos, notebooks, celulares, banhos quentes no chuveiro?

Um pouco dramático vai. Mas como a sociedade reagiria ao digamos, retrocesso? Acredito que os livros de história ajudariam bastante a nova geração que não sabe nem usar os fósforos para acender o fogão. Kkk.  

Energia no Brasil – Site CEMIG (1879) – Dom Pedro II concedeu a Thomaz Alva Edison o privilégio de introduzir no país aparelhos e processos de sua invenção destinados à utilização da eletricidade na iluminação pública. Foi inaugurada na Estação Central da Estrada de Ferro Dom Pedro II, atual Central do Brasil, a primeira instalação de iluminação elétrica permanente.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: Sonho ou Realidade?

quinta-feira, maio 03, 2018

No post de hoje falarei sobre o dia mundial da LIBERDADE de IMPRENSA. Alguns repórteres que conversei me disseram que isso é uma utopia, outros já disseram que com a internet isso é possível.
Essa é uma dúvida bem cruel não é mesmo?

O dia 3 de maio é um dia de reflexão, um dia onde não pode ser esquecido. Afinal, no passado, jornalistas e militantes morreram em prol da liberdade de expressão. Claro que toda liberdade acarreta responsabilidade, e quem escreve, sabe disso.

Em muitos países do mundo, as publicações são censuradas, multadas, suspensas e encerradas, da mesma forma que jornalistas, redatores e editores são perseguidos, atacados, detidos e até assassinados. 

No Brasil não é muito diferente. Segundo a pesquisa anual da ONG Repórteres Sem Fronteiras, o Brasil vive um momento delicado para a prática do jornalismo. 
Nem precisamos falar muito né?
Fiz um breve levantamento:





No período da minha faculdade, fiz uma pesquisa sobre a imprensa. Procurei resgatar e analisar alguns aspectos da história social da imprensa brasileira, investigar sua importância na comunicação por intermédio dos jornais alternativos e a utilização no período de repressão pelos movimentos de oposição. Como ferramenta de liberdade de expressão, mostrando a realidade de 1976 a 1981. 

Das várias correntes de resistência ao Estado da época, analisaremos em especial o Movimento Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo (MOSMSP), pois, vivíamos sob ditadura militar que, com autoritarismo impunha leis e regras. Com censura na grande imprensa, as notícias eram rigorosamente fiscalizadas e só eram publicadas as informações favoráveis ao governo.
O espaço determinado da minha pesquisa foi entre 1976 a 1981em função do período de circulação do jornal alternativo Luta Sindical.

Este jornal foi lançado em 30 de janeiro de 1976, circulou bimestralmente até meados de 1980 e, após esse ano, tornou-se edição mensal.


Existiram vários outros jornais no passado, com vários artistas, escritores, jornalistas e intelectuais. Hoje as coisas mudaram? Temos a tão sonhada liberdade de imprensa ou é só uma utopia? Ou apenas há uma falsa liberdade? Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: Sonho ou Realidade?